Se estiver a passar alguns dias em Edimburgo, dê um passeio até Calton Hill. Aqui encontrará monumentos românticos, caminhos tranquilos e, acima de tudo, uma vista panorâmica soberba sobre a cidade. É um magnífico passeio sobre a cidade que lhe permite compreender melhor a sua topografia.
Neste artigo, encontrará uma seleção de dicas úteis para o ajudar a preparar-se para a sua visita e a divertir-se imenso!

Esta é uma opinião completamente independente, baseada na nossa própria experiência. Visitámos a região de forma anónima, fazendo as nossas próprias escolhas e pagando as nossas contas na totalidade.
Porquê visitar Calton Hill?
Vale a pena visitar Calton Hill? A nossa opinião:
Sim, vale a pena visitar o passeio marítimo. De acesso fácil e pouco cansativo, oferece-lhe em poucos minutos uma sucessão de vistas impressionantes sobre a cidade e as colinas e, mais além, sobre o mar. Apreciámos particularmente o equilíbrio entre os monumentos emblemáticos e os recantos mais calmos. Mesmo numa estadia curta, é uma pausa que lhe dá uma sensação de altura e uma visão diferente da paisagem urbana.
Achamos que é uma das melhores coisas para fazer em Edimburgo.

Porque é que Calton Hill é famoso?
Calton Hill é famosa pelas suas vistas espectaculares sobre a cidade e pelos seus monumentos icónicos, como o Monumento a Dugald Stewart, o Monumento a Nelson e o Monumento Nacional. Facilmente acessível a partir do centro da cidade, a colina atrai tanto fotógrafos como caminhantes. É um ponto de encontro entre a natureza, a arquitetura e a história, no coração da paisagem urbana.

Os nossos momentos preferidos
- Do planalto, as vistas panorâmicas da cidade impressionam-nos pela sua diversidade: os edifícios da Cidade Velha amontoados, as colinas distantes e as linhas da estação de Waverley.
- O Monumento Nacional e o contraste das suas colunas maciças contra o céu limpo, numa atmosfera quase silenciosa.
- A silhueta romântica do Monumento Dugald Stewart e a sua vista das torres sineiras.

ONDE FICAR EM Edimburgo
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Resumo da história
Calton Hill formou-se há cerca de 340 milhões de anos em resultado da atividade vulcânica. Desenvolvido no século XVIII, tornou-se um espaço público e depois um local simbólico para a cidade. Vários monumentos foram aqui erigidos no século XIX, incluindo o Monumento Nacional em homenagem aos soldados que morreram nas Guerras Napoleónicas. A sua posição dominante torna-o um importante marco visual e um local repleto de história.

Acesso: Calton Hill, Edimburgo
Onde fica Calton Hill?
- No centro da cidade de Edimburgo, no bairro de New Town.
- Acesso principal pela Regent Road.
- Perto da Princes Street e da estação de Waverley.

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Como é que lá chego?
- A pé: a partir do centro da cidade, pode chegar à estação de Princes Street ou Waverley em cerca de dez minutos.
- De carro: existe um parque de estacionamento a menos de 10 minutos a pé.
- De autocarro: existem várias paragens de autocarro nas proximidades, incluindo Regent Road, St Andrew’s House e Waterloo Place.
- Um autocarro com várias paragens que lhe permitirá explorar os outros pontos altos da cidade. Existe uma paragem programada em Regent Road, no sopé de Calton Hill. Veja os preços, fotografias e disponibilidade.

Parque de estacionamento
- O parque de estacionamento mais próximo fica ao longo da Regent Road, mesmo por baixo da entrada principal. Existem alguns lugares disponíveis na zona de pagamento, mas estes podem ser rapidamente ocupados.
- O parque de estacionamento Q-Park OMNI fica a menos de 10 minutos a pé, mesmo à saída da Leith Street.
- Durante a época turística, é muitas vezes mais fácil deslocar-se a pé ou de transportes públicos.
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Conselhos úteis: duração, horários, alimentação…
Melhor altura para visitar
- O início da manhã e o final da tarde são as alturas mais agradáveis. As multidões são mais pequenas, a luz é mais suave e as vistas são ainda mais deslumbrantes.
- No final do dia, o pôr do sol atrai muitos visitantes, mas o ambiente mantém-se calmo.
- Num dia claro, a vista sobre os telhados, o mar e as colinas circundantes é soberba.
- No inverno, aconselhamo-lo a ir a meio do dia para beneficiar de luz suficiente.

Duração da visita e principais dificuldades
- A duração da visita é de 30 minutos a 1 hora, consoante o tempo que dedicar a apreciar as vistas ou a permanecer junto dos monumentos.
- A subida é curta e acessível, com um declive moderado a partir da Regent Road.
- Os caminhos são de terra ou de pedra, por vezes irregulares, mas transitáveis.
- Apenas a subida até ao Monumento a Nelson (se estiver aberto) e certas zonas no limite do planalto podem constituir um problema para as pessoas com dificuldades de mobilidade.

Direção da visita
- Começámos a nossa visita pelo caminho que sobe da Regent Road até ao Monumento a Dugald Stewart e desfrutámos da nossa primeira vista panorâmica da cidade.
- Seguimos depois para o Monumento a Nelson e para a vista de Arthur’s Seat, antes de chegarmos ao Monumento Nacional.
- O circuito pode ser completado contornando a extremidade norte, com vistas da Inspeção de Sua Majestade, Princes Street, passando depois pela Casa do Observatório e pelo Cânone Burnese.

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Visitas com crianças
- O passeio é ideal para as famílias. A subida é curta e sem grandes dificuldades, os caminhos são adequados para carrinhos de bebé todo-o-terreno e o espaço aberto permite que as crianças se movimentem livremente.
- Não há jogos ou instalações especiais, mas os monumentos, canhões e vistas são suficientes para despertar a sua curiosidade.
- No entanto, deve manter-se atento, uma vez que as bordas do planalto nem sempre estão protegidas: a supervisão continua a ser necessária, especialmente com crianças pequenas.

Horário de abertura e preços
- O acesso à colina e aos monumentos exteriores é livre e possível a qualquer hora, todos os dias do ano.
- Não tem de pagar entrada para passear pelo local. Só tem de pagar para subir ao Monumento a Nelson, com horários que variam consoante a época do ano.
- Consulte os horários aqui
Visitas guiadas
Não encontrámos visitas guiadas oficiais ao local, mas algumas visitas guiadas à cidade incluem uma visita à colina, nomeadamente em passeios a pé. Veja os preços, fotos e disponibilidade e… faça uma reserva.

Uma subida pontuada por vistas espectaculares
O passeio começa com uma subida fácil até monumentos e miradouros impressionantes. Seguimos o caminho principal, descobrindo gradualmente a cidade de diferentes ângulos.
Monumento a Dugald Stewart e as primeiras vistas da cidade
O caminho inclina-se suavemente e em breve a silhueta do Monumento a Dugald Stewart se destaca contra o céu. Em baixo, a cidade estende-se, com os seus telhados de ardósia, torres sineiras e monumentos principais.

É aqui que descobrimos um dos panoramas mais conhecidos do país. O local é frequentemente movimentado, mas o espaço mantém-se suficientemente aberto para se demorar. A vista é ampla e dá-lhe vontade de abrandar.

O Monumento a Nelson e a vista de Arthur’s Seat
No planalto, continuámos em direção à grande coluna que domina a zona. Trata-se do Monumento a Nelson, com a forma de um telescópio. Por vezes é possível subir ao seu interior para ter um ponto de vista elevado, mas mesmo a partir da sua base, o panorama já é impressionante.

À direita, o Arthur’s Seat destaca-se claramente. Este relevo maciço confere à cidade um carácter diferente, mais natural e selvagem.

O Monumento Nacional e a vista do castelo
Dirigimo-nos então ao conjunto de colunas inacabadas, inspiradas no Partenon. O Monumento Nacional é impressionante pela sua escala e simplicidade.

A partir daqui, a vista estende-se para oeste. Avistamos o castelo, firmemente ancorado na sua rocha. À sua volta, pode também ver os telhados da cidade velha e a silhueta dos grandes hotéis. Estes lembrar-lhe-ão que está muito perto do centro.

Um passeio por pormenores históricos e cenas urbanas
Uma vez no cenário, fomos brindados com uma série de perspectivas inesperadas, incluindo pontos de referência icónicos, silhuetas familiares e curiosidades discretas.
Vista da Inspeção da Polícia de Sua Majestade e do bairro norte
Contornando a extremidade norte do planalto, o caminho segue um gradeamento que se debruça sobre a encosta. Em baixo, reparamos no imponente edifício da Her Majesty’s Inspectorate of Constabulary, com o seu telhado escuro a contrastar com a folhagem. Aqui funciona a Inspeção-Geral da Polícia Escocesa.

A vista também se abre para Leith e para o estuário do Firth of Forth ao longe. A luz aqui é diferente, mais fria e dispersa. É um ponto de vista menos fotografado, mas que oferece uma leitura mais discreta da extensão urbana.

Vista panorâmica da Princes Street e dos seus alinhamentos arquitectónicos
Voltando para oeste, o eixo da Princes Street torna-se claro. Pudemos observar o alinhamento regular das fachadas, os eléctricos que passam silenciosamente e os jardins que separam as duas partes da cidade.

Esta panorâmica deu-nos uma ideia da organização do centro da cidade. Dedicámos algum tempo a identificar os pontos de referência conhecidos: monumentos, torres sineiras, filas de trânsito.
Casa do Observatório e Cânone de Burnese no final do percurso
No final do circuito, encontramos a Casa do Observatório, um edifício de pedra em forma de cruz que parece um pouco recuado. Marca a entrada para uma zona mais reservada.

Instalado no local em meados do século XIX, o Cânone de Burnese é um desses pormenores surpreendentes. Não se impõe, mas intriga. Passámos alguns minutos à sua volta antes de descermos, com a impressão de termos passeado por um lugar simultaneamente aberto e cheio de pequenos marcos.

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Perguntas mais frequentes
Pode fazer um piquenique ou sentar-se para comer?
Pode fazer um piquenique no monte. Existem várias zonas relvadas e muros baixos onde se pode sentar confortavelmente e apreciar a vista. Não vimos nenhuma mesa, mas o ambiente descontraído parece prestar-se a uma pausa ao ar livre, desde que respeite o espaço e deixe o seu lixo.

São permitidos cães?
Os cães são permitidos no local, com uma trela. O espaço aberto, os caminhos e a paisagem circundante fazem deste um local popular para quem passeia com animais de estimação. No entanto, não existe um ponto de água ou uma área dedicada no local.






































































































